Hoje em dia já nos acostumamos com as coisas estranhas em nossas vida, mas naquela época ainda não estavamos tão acostumados assim. Era um domingo de fevereiro, um dia antes de Amaury começar suas aulas na faculdade e naquela época ainda era menor de idade. Em nosso poder existiam ingressos para o Fatboy Slim.A dúvida era: Vamos ou não?! Vender o ingresso e ficar com o dinheiro é algo que não podíamos dispensar. Porém como a felicidade de pessoas de classe média duram 10 minutos ficamos sabendo que o dinheiro do ingresso não pagava nem o nosso lanche no Subway.
O jeito então era ir na festa. Conseguimos uma carona com o Bruno Chateubriand (que é ex-namorado de Narcisa que hoje em dia é gay) que além de mim e de Narcisa ainda levava mais outras duas "pessoas". Quer fazer minha felicidade em uma festa? Me ofereça uma bebida e ganha minha amizade, ou pelo menos 5 minutos dela. Pois bem, bebidas foram oferecidas, o famoso "esquenta". Mas o que estava esquentando a minha cabeça eram as pessoas estranhas daquele lugar. No auge da bebida e no meu surto de apresentador de festas, eis que surge o juizado de menores. Tenho um sério problema com o juizado, porque Amaury chique é amaury que tem ficha até no juizado de menores. Joguei me copo pelos ares e dei uma driblada no juizado com a minha cara de: Oe eu não bebo, porque eu sou o Amaury!
Depois que entramos, parece que o arco-íris baixou sobre nossas cabeças. Ande com um gay, ande com todos eles. Para todos os lados tinha uma agarração aqui e outra ali. Brasil, não me mate com a faca da cozinha! E cadê Narcisa pra me salvar? Sumiu com uma bicha japonesa!
O fim da noite? Sambando com Fatboy Slim e levando a galera a loucura. Depois desse dia, o mundo ficou bem mais colorido nas nossas vidas, na verdade colorido até demais para o nosso gosto!
Um comentário:
somos sortudos, e azarentos.
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