segunda-feira, 21 de julho de 2008

A VIAGEM: Parte 01.

Dezembro de 2005... virada de ano MAIS fracassada de nossas vidas. Leilo teve a sorte de comemorar a chegada de 2006 em algum lugar bom.. Mas eu e Amaury ficamos andando pela cidade e dançando ao som de carros na rua. ALI, prometemos que nunca mais iríamos passar por tal situação...
Dezembro de 2006! Era o momento de cumprirmos nossa promessa! Aparentemente, tudo daria certo. Tínhamos um chalé pra ficar, compramos baboseiras pra comer, tínhamos passagens nas mãos, ingressos pra 3 dias de shows que nos tirariam o fôlego.. Estávamos empolgados com a nossa primeira viagem a sós. Eu, Leilo e Amauryam fomos para rodoviária embarcar para uma viagem maluca que não teria mais volta..

A primeira surpresa foi o ônibus. Era convencional, mas ninguém nos avisou que não tinha ar-condicionado. Nem água... NEM BANHEIRO! O frio na barriga bateu, mas não nos deixamos abater. Entramos, demos a volta no mundo e resolveram seguir o rumo à cidade...

No ônibus ouvíamos musicas, ficávamos rindo de idiotices, e de repente o ônibus parou. O motorista enfezado começou a brigar com pessoas que estavam fazendo xixi pela janela! Quase tivemos síncopes cardíacas, porque né... olha o nosso sobrenome!

Primeira parada: uma cidade que não tinha nada. Desesperadora.. voltamos ao ônibus e enfim, eram 4 horas de viagem que foram um saco!

Chegamos já de noite, e resolvemos pegar logo um táxi para ir pro chalé descansar.. Aí veio a segunda surpresa: NINGUÉM sabia onde ficava aquele endereço que tínhamos em mãos. E MAIS: nós não conhecíamos a cidade. Ok! Um cara falou que 'achava' que conhecia o lugar, e resolveu nos levar por 25$.. aceitamos.

O amigo atravessou a cidade.. passou pelo centro.. foi ao aeroporto, deu a volta e entrou em uma estrada de terra. Amaury tinha certeza que estávamos sendo sequestrados. Leilo rezava... eu começei a pensar que aquilo era um pesadelo! Muitos minutos depois, numa estrada de terra, sem luz, no meio de um matagal, longe da cidadania, ali veio a terceira e pior surpresa... o bendito chalé da minha tia-avó! Não acreditamos! Era quase uma prisão!!! Como sairíamos dali?

Entramos e a casa apesar de no meio do mato era muito boa! Limpa pelo menos.. Fui ao banheiro e me deparei com a única coisa que não poderia me aparecer pela frente na vida: UMA RÃ. Chorei, gritei, esperneei, e o caseiro foi lá nos acudir. A casa tinha 3 quartos: no primeiro tinha um T-Rex de tão grande que era a barata... fechamos o quarto. No outro uma lagartixa, interditamos também. O 3 quarto tava trancado. Ficamos todos na sala. Quando resolvemos dormir com a Tv que só funcionava quando dava um leve pico de luz na casa, começou um programa de polishop erótico. Amaury quase não conseguia dormir com a Feiticeira...

to be continued...

domingo, 20 de julho de 2008

Nany People's Day*

Sexta-feira, dia 18/07/2008. Nany People resolveu juntar tudo e todos e se divertir. Eu, Amaury e Leilo animamos rapidamente... levamos conosco Nelson Rubens, vindo diretamente do Sul. Encontramos Angela Bismarchi, queridíssima que guarda consigo uma curiosidade: quando bebe vai à Bagdá. Nos reunimos em um barzinho com tracejos do Rio de Janeiro.. "Lapa"! Amaury se animou todo e relembrava a todo momento de suas estripulias em Ipanema, ou no Copacabana Palace. Leilo lutava com um lenço... Narcisa, simplesmente, não bebia. Nem cheirava as bebidas para não correr o risco. Conhecemos Elke Maravilha e pronto, era a turma da noite. Nany insistia em ir pra uma "festa" que teria músicas desconhecidas por toda nossa bagagem musical. Mas aceitamos, afinal, era o dia da Nany!!! Fomos para a bendita festa e encontramos uma conhecida de anos atrás que havia saído da festa pela falta de qualidade e pela quantidade de "abas-retas". NO WAY, convencemos Nany de sair correndo dali e fomos para uma sinuca. Ninguém se importava de não saber jogar sinuca, só queríamos nos divertir. Chegamos lá, 2 reais a entrada, mas para cantar no videokê eram 10$.. ficamos lutando com as bolas (ui...) de bilhar pela sorte de Nany como aniversariante ter ganhado fichas que nos saciariam a noite toda ali. Mas para nós não tinha graça alguma... Resolvemos ir comer algo, em outro lugar, só que o caixa não aceitava as fichas como forma de pagamento. Leilo e Amaury com toda malemolência foram vender as fichas pras pessoas e rapidamente conseguimos sair dali... Comemos muito cachorro quente com bacon e terminamos a noite observando as incansáveis danças de Amaury.

sábado, 12 de julho de 2008

Sexta-feira (11.07.2008)

Mais uma vez Bruno Chateubriant nos ligou para ir à um barzinho beber, e em tempos de Lei Seca, Narcisa que é motorista RESPONSÁVEL, toma sua coca-cola com batatas fritas e queijinho ralado. Fomos super agasalhados no frio que está nessa cidade, e Amaury ainda não estava muito bem depois de uma frustração com uma 'calça não comprada por falta de botão'. Leilo não poderia ir porque sua assessora, a sábia Norma, estava precisando de sua ajudinha para fechar mais um GRANDE negócio com As Brasileirinhas. Chegamos lá e encontramos os amigos de Bruno. Conversas e mais conversas e Amaury contando de toda sua trajetória de trabalho. Uma noite apenas, agradável.

Sábado (05.07.2008)

Vera Loyola nos ligou, chamando para ir à boate onde seu quase-esposo é dj residente. O bom de sair com Vera é que ela sempre nos coloca no camarote, nos salvando dos perigos de ficar na pista. OU NÃO! Fomos buscar Leilo em casa cantando várias músicas que vinham à nossa cabeça, porque nessa cidade não tem casas de videokê. Na boate aproveitamos todas as músicas, Amaury estava pra lá de Bagdá com suas caipirinhas, caipiroskas e vodkas com schweppes, e no apce da noite, dançando, rindo, acendem as luzes do camarote e surgem pessoas ensaguentadas saindo do banheiro masculino. Amaury com toda sua desenvoltura investigativa queria ir até lá para mais um "furo de reportagem". Mas eu, Narcisinha, meu amôarrrrrr, sou cagonérrima e morro de medo de confusões. Fomos embora e lá do lado de fora da boate ainda tinha um vuco-vuco. Leilo e Amauryam foram atrás tentar descobrir algo, e eu corri pro carro. No outro dia descobrimos que um tacou um copo na cabeça do outro por algum motivo desconhecido, coisas de pessoas da down high society.

Sexta-feira (04.07.2008)

Nossa querida amiga, amiga querida Nany People nos ligou que teria um evento altamente rebolativo na noite. Nos agilizamos e fomos ao tal evento. Era uma festa com forrós, sambas, essas coisas que Nany adora. Amaury não é do tipo que fica em qualquer lugar, já eu e Leila somos das que se jogar panelas no chão estamos sambando. Mas para nossa imensa alegria Amaury estava altamente sociável e disposto a ficar ali conosco aproveitando ao que a festa tinha a oferecer. Dançamos, comemos, rimos muito, e no fim da noite o Amaury acabou sendo "cantado" por uma amiga da Nany que tinha um marido que não a satisfazia. Depois de conseguir se livrar fomos embora rindo muito daquilo tudo.